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III Congresso da ABDA 2007 - Prejuízos versus Sintomas
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Houve uma evolução significativa, quando os critérios de diagnóstico do TDAH passaram a levar em conta os prejuízos causados pelo transtorno (DSM III ).
A exigência no critério D – “presença de prejuízos clinicamente significativos”, abriu um novo horizonte nos processos avaliativos.
Essa exigência apresentava-se em praticamente todos os transtornos psiquiátricos, pois em uma revisão epidemiológica de Faraone e col., 2003 (vol.13, n.º 4 – agosto 2005) havia sido demonstrado que avaliações diagnósticas que fossem baseadas apenas nos sintomas e não nos prejuízos causados levariam a diagnósticos falsos-positivos, falsos-negativos, além de aumentar a prevalência dos transtornos.
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Avaliação das Funções Executivas: Auto-Regulação e Inibição em Crianças com TDAH e Comorbidades
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Existem poucas pesquisas para determinar qualquer possível correlação entre os transtornos comórbidos e TDAH. Desconhece-se o quanto os transtornos comórbidos afetam o nível de funcionamento em crianças com TDAH.
Também existem poucas pesquisas determinando o efeito do TDAH e suas comorbidades nas funções executivas. Não sabemos se o TDAH e suas comorbidades são totalmente independentes uma da outra, com apenas o TDAH afetando as funções executivas, ou se ambas as condições afetam as funções executivas.
O propósito deste estudo é examinar as relações entre funções executivas, as comorbidades do TDAH, idade e gênero.
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